fevereiro 16, 2021

A AÇÃO DO PEDAGOGO NO MUSEU

A AÇÃO DO PEDAGOGO NO MUSEU

1. INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo investigar a ação do pedagogo no museu. É um trabalho que analisa a atuação do pedagogo que deixou a sala de aula e agora ocupa importantes cargos em novas áreas de atuação com significante importância.

Decidimos direcionar nosso trabalho para dois campos distintos: Artigos e Entrevistas. Claro, não será fácil escrever sobre um assunto que para nós ainda é desconhecido, mas este talvez seja nosso grande desafio. Temos em nossas mãos uma grande tarefa, e cada passo comemoraremos a cada passo com o aprendizado que iremos adquirir e assim dividir com todos a quem interessar.

O que de fato nos interessa: é a atuação do pedagogo no museu, este irá nos esclarecer como funciona na pratica tudo o que lemos em livros, artigos de revistas e informações postas na internet. Nosso trabalho só fará um sentido a parti do momento que conhecer o pedagogo que não mais ocupa a sala de aula e parti para um campo de trabalho onde antes era apenas ocupado por um museólogo, poderemos assim entender melhor qual o diferencial deste profissional para a conquista de um espaço que talvez algum tempo atrás fosse inimaginável. Por que não ir além? Trazer à tona o questionamento: atualmente muitos dos que se formam em pedagogia preferem escolher outros caminhos que não seja a sala de aula.

2. HIPÓTESE

Os mecanismos por nós utilizados como base da nossa pesquisa, talvez não seja funcional no esclarecimento das dúvidas ou divergências a qual poderemos ser acometidos no decorrer do trabalho.

Tentaremos dentro de nossas possibilidades trazer para este trabalho o maior número de informações referente ao assunto pesquisado.

Seguiremos a temática formal buscando fundamentos em: fatos, estudos, conteúdos relevantes e, assim pouco dando nossas opiniões pessoais de algo que para nós ainda é um amplo campo a ser pesquisado. Entretanto podemos adiantar que o pedagogo hoje representa suma importância como um profissional atuante no museu por sua contribuição na formação de monitores e na organização das exposições tornando-as mais didáticas e atrativas, e assim levando um público maior a visitação dos acervos.

3. OBJETIVOS / OBJETIVO GERAL

· Investigar a atuação do pedagogo no museu.

3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

· Conhecer as principais funções desempenhadas pelo pedagogo no museu.

· Investigar o mercado de trabalho.

· Destacar a importância desse profissional para uma compreensão do publico, através dos programas educativos desenvolvidos no museu.

4. JUSTIFICATIVA

Este trabalho de pesquisa servirá como um mecanismo de informação para que, todos que, a ele tenha acesso, possam ter um pequeno panorama das principais conquistas dos pedagogos que já atuam nos museus, assim como os obstáculos por eles enfrentados.

Se antes o pedagogo era um profissional visto apenas dentro de uma sala de aula, atualmente além de atuar em escolas, este profissional desenvolve seu trabalho em outros locais, como: empresas de recursos humano, editoras e até em museus, chefiando equipes de monitores ou montando a programação para visitação deste local.

Apesar deste amplo mercado de atuação, com novas oportunidades a pedagoga Silvia Colello, que dá aula de pedagogia na Faculdade de educação da Universidade de São Paulo faz um alerta quando diz: “... hoje, as pessoas não respeitam mais tanto o professor...”, o que remete a desvalorização da profissão. Não podemos deixar nos enganar, pois o problema já começa na faculdade quando o aspirante a profissão tem que cumprir horas de estágio, que em muitos casos não são remunerados. Então mais que nunca fica claro que quanto mais amplo for o campo de trabalho, melhor para o profissional.

Um bom exemplo é o da pedagoga Helena Quadros que ainda na faculdade, na década de 80, começou a trabalhar no Museu Paraense Emílio Gaeldi, em Belém (Pará), onde está até hoje como coordenadora do núcleo de visitas.

5. METODOLOGIA

As nossas metodologias de trabalho são:

· Pesquisas bibliográficas (artigos em revistas e jornais, audiovisual, site de buscas)

· Pesquisa de campo: Visita ao museu e entrevistas

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFÍCOS

Silva, Luisa Alcantara e. Folha de São Paulo

Cruz, Bernardo Arraes Gonzalez – correio eletrônico contadordehistoria@gmail.com

Berstein, B. A. Estruturação do discurso Pedagógico – classe, códigos e controle. Editora Vozes. Petrópolis, 1996

Leibruder, A. P. O Discurso de Divulgação Cientifica. In Brandão. H. N. Gênero do Discurso na Escola: mito, conto, cordel, discursos político, divulgação cientifica. Editora Cortez. São Paulo, 2000.

PROJETO DE PESQUISA INTERDISCIPLINAR

FACULDADE SUMARÉ - PROFESSORA ORIENTADORA: ANDREA MARTINS - 12/12/2009

ALUNOS PESQUISADORES: LEILA CARVALHO, LENI DE SOUSA, GEISALICE DINIZ, JUVENIL ATAMAZIO E MARCONSYS FRANÇA




fevereiro 08, 2021

 H á três décadas de existência, por que não dizer, de resistência, o Bando de Teatro Olodum continua a observar as esquinas e becos de Salvador para transcrever nos palcos as histórias do cotidiano , do seu povo baiano e toda sua arte.

O Bando de Teatro Olodum nasceu em 17 de outubro de 1990, depois de uma parceria entre o diretor Marcio Meirelles e o Grupo Cultural Olodum. um dos motivos de montar a companhia foi eliminar um incômodo de não ver negros representando nos palcos.

Desde de sua fundação,  fica acertado, que o Bando tem autonomia para escolher o seu repertório e interferir de maneira autoral no processo criativo de cada trabalho, levantando discussões contemporâneas, abordando problemas que até hoje continuam presentes na sociedade.

Nos primeiros anos, seus integrantes (todos negros) enfrentam o estigma de que não são artistas e que representam no palco as suas próprias histórias de vida. Mas o preconceito não impede que o grupo se imponha e contribua de forma relevante para a inclusão de temas sociais e políticos na vida cultural baiana. O foco principal é o combate ao racismo.

Além da palavra, a música e a dança servem de elos de comunicação e viram marcas registradas na trajetória do Bando. Esses dois alicerces ganham ainda mais força como base estética de linguagem do grupo com a chegada do diretor de movimento Zebrinha (1993) e do diretor musical Jarbas Bittencourt (1996).

Cada espetáculo não apenas mais um, não se tratando de mais uma peça, mas sim, de um grito, um desabafo social.

Sendo uma companhia de teatro assumidamente como Negra levando toda sua militância aos palcos, utilizando-se da arte não só como entretenimento, mas também reflexão.

Vemos essas reflexões em Obras como “Essa É Nossa Praia”, que aborda temas como intolerância religiosa, ideologia do branqueamento e marginalidade. Já em “Cabaré da Rrrrrraça”, que levou ao palco discussões sobre negritude.

 

Entre desafios e conquistas em três décadas, o Bando vem colecionando desafios, conquistas e prêmios.

O primeiro espetáculo estreou em janeiro de 1991 - três meses após a criação do grupo – em uma das salas de um casarão da antiga Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no centro histórico da capital baiana.

Vinte e dois atores formaram a equipe que apresentou "Essa É Nossa Praia", encenada por Marcio Meirelles e pela diretora francesa Chica Carelli (co-fundadora da companhia).  Com seus passos questionados por parte da cidade. Coube apenas ao público do centro de Salvador, onde o grupo se instalou, o papel de reconhecimento do perfil vanguardista que as obras carregavam. Um incômodo uma vez que

esses espetáculos com suas personagens que representava exatamente um perfil idêntico de boa parte da população, incomodando a alta sociedade baiana que não tinha nenhuma identificação com o povo que agora ocupava seu lugar na arte.

Apesar de resistências por sua baianidade, com aquele modo de falar. Grande parte dos baianos demorou muito para se identificar com a linguagem expressa pelo grupo.

O segundo espetáculo "O novo mundo" foi responsável por percorrer o caminho do sagrado, através da abordagem cênica das nações do candomblé presentes na cultura da Bahia e em 1992, o Bando rompeu a geografia baiana para expandir o trabalho por outras regiões. Levando ao, Rio de Janeiro, as peças “Essa É Nossa Praia” e “Ó Pai, Ó!”.

Mas quem pensa que o sucesso do Bando de Teatro Olodum parou por ai, se engana entre 1996 e 2003, a companhia ultrapassou as fronteiras levando as obras para locais como Londres, Angola, Portugal e Alemanha. E deste modo anos mais tarde, acumulou importantes prêmios como reconhecimento de seus trabalhos.

Formado por atores negros o grupo resistiu e resiste ao preconceito e as dificuldade que a pesar de toda sua historia e premiações o grupo ainda encontra resistências e dificuldades por falta de patrocínio.

Mas como um grito de resistência, no palco, o grupo leva o desabafo, com peças que retratam as labutas de um povo. Tudo isso sem abrir mão das técnicas que estão presentes, e com suas referências clássicas.  Mas sempre com seu diferencial, o comprometimento em retratar, de perto, problemas sociais.

“Muito interessante que, Além das próprias narrativas, os atores acionam as ruas e becos da capital baiana para construir os espetáculos. Fazendo destes locais um o laboratório. Com o intuito de transformar a comunidade e levar para as pessoas não apenas reflexão, mas autoconhecimento e reconhecimento do valor que tem.

O Teatro Vila Velha, casa do grupo, em Salvador e para comemorar os trinta anos o Bando de Teatro Olodum irá relembrar os grandes sucessos não têm relação com repetir a fórmula que deu certo, mas compartilhar o legado histórico em meio aos desafios.

O ator Lázaro Ramos, que se formou no bando e atuou desde os 15 anos, lembra que é um dos grupos de teatro com maior longevidade na América Latina. “Foi esse grupo que me falou o que era teatro quando estava tentando entender quem eu era. Eu encontrei caminho, os primeiros artistas que vi e pensei quero ser igual”,

Com mais de 40 espetáculos, o grupo revelou talentos como: Jorge Washington, Érico Brás, Leno Sacramento, Sérgio Laurentino, Lázaro Ramos entre outros.


PROGRAMA CONVERSA COM DILL


Programa: CONVERSA COM DILL apresentação: DILL FRANÇA entrevistado: MARCONDYS FRANÇA

janeiro 11, 2021

novembro 19, 2020

CONVERSA DE COXIA 12 - TEATRO MUSICAL


programa CONVERSA DE COXIA apresentação e redação MARCONDYS FRANÇA programa 12 TEATRO MUSICAL

DESFOQUE

Vivemos num mundo de aparências e filtros, onde não é aceito, fraquezas ou inseguranças... lágrimas? Só se for de felicidades ou realizações. O físico precisa está em dia, com roupas bem transadas, cabelos e peles perfeitas... Me recorda um pouco "Buda" que durante sua infância não lhes permetiam se quer ter acesso a realidade, sendo obrigado viver num mundo de faz de conta cercado de cuidados para que não enxergasse a realidade, onde todo seu contato era com o belo, luxuoso e saudável. Até que um dia que ele ultrapassou os muros de seu belo e confortável palácio, e pode perceber uma realidade tão impactante que mudou o rumo de sua vida. Quem sabe não precisamos um pouco desse choque? Não que não possamos ser felizes, mas temos que encarar as dificuldades dos outros de maneira mais sóbria, e deste modo no momento que precisarmos tenhamos alguém para nos amparar.
Vamos olhar mais para o outro, de forma que possamos valorizar a nossa permanência nessa terra como Jesus nos ensinou. Amando sim, mas com respeito. A vida vai muito além dos filtros que passamos para tratar nossas fotos, nos tornamos tão artificiais que muitas vezes temos dificuldades de reconhecer nossa própria imagem diante do espelho.

novembro 12, 2020

O TEMPO

Lento é o tempo
Rápida é vida
Quanto mais corre
Pra trás fica
Projeta sonhos
Poucos se solidifica.
Ama, odeia, chora
Ontem se foi
Amanhã... será?
Tranforma-se com o agora.

outubro 01, 2020

DE PAPO NO AR com MARGARETH BATISTA

programa DE PAPO NO AR!
redação e apresentação MARCONDYS FRANÇA
um papo com MARGARETH BATISTA.
assunto ARTE E VIDA, UMA LINDA E DIFÍCIL HISTÓRIA DE AMOR.


setembro 25, 2020

DE PAPO NO AR com PRISCILA DE FÁTIMA


programa DE PAPO NO AR
redação e apresentação MARCONDYS FRANÇA
um papo com PRISCILA DE FÁTIMA
assunto ATÉ QUE PONTO A ESCOLA É LAICA?

MEL LISBOA AGITA SÃO PAULO COM O MUSICAL "RITA LEE, UMA BIOGRAFIA MUSICAL".

O espetáculo "Rita Lee, uma autobiografia musical" (estrelado por Mel Lisboa), i nspirado no livro autobiográfico de R...