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fevereiro 23, 2013

PROPOSTA PEDAGÓGICA DE PROJETO: Fotonovela


Tema: Fotonovela

Objetivo:

Desenvolver a criatividade, o raciocínio, incentivar a leitura e o treinamento da escrita, capacitar os educando para levantar hipóteses e estimular o trabalho em grupo.

Público – Alvo:

Adolescentes de 13 a 17 anos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

Justificativa:

Iremos por meio desta proposta pedagógica, propor o trabalho de fotonovela em sala de aula. Neste caso, a fotonovela tem diversas maneiras para serem trabalhadas com recortes de jornais e revistas ou fotografias.
Este tipo de trabalho em sala de aula permite a interação entre os alunos, o desenvolvimento da criatividade ao elaborar uma história para a fotonovela, o uso da leitura e escrita, dentre outros.

É importante a escolha do título da fotonovela, na maioria das vezes, os alunos escolhem títulos que fazem parte da vivência deles nesta faixa etária ou que estão vivenciando. É bom ficar atento á escolha dos temas a serem trabalhados em sala de aula e assim antes do fechamento da pauta levantar hipóteses onde os educando poderão justificar a importância do tema proposto.

Recursos:

Computador, máquina fotográfica, jornal, revistas, papel, caneta e cola branca.


Metodologia:

·         Criação do roteiro;
·         Elaboração de texto;
·         Fotografias;
·         Artigos de jornais ou revistas.

Desenvolvimento:

As fotonovelas são criadas na forma de histórias em quadrinhos que utilizam no lugar de desenhos fotografias e desta forma contam de forma sucinta uma história.

No Brasil, as fotonovelas fizeram sucesso entre 1950 a 1970 e suas principais características eram as histórias que envolviam intrigas sentimentais e sempre apresentava uma heroína de origem humilde que luta por um amor impossível e que no final da trama alcança sua felicidade.

Na proposta que iremos apresentar de fotonovela, abordaremos um tema que ultimamente vem preocupando pais e professores: os encontros marcados pela internet.
A internet pode ser considerada na atualidade como uma janela aberta para informações, e ao mesmo tempo para a atuação de crimes. Infelizmente o público alvo destes crimes são crianças e adolescentes.

Os principais perigos são o acesso a conteúdos proibidos, pornografia, violência, sites de relacionamento, este último citado é o passatempo preferido de adolescentes onde ocorre o maior índice de crimes que vão além de virtuais. Pedófilos fazem plantão na rede, procurando por nomes e perfis específicos de vítimas em potencial. Na maioria das vezes mentem sobre a idade, a fim de fazer com que a vítima acredite ser tão jovem quanto ela. Alguns pedófilos podem fazer perguntas aparentemente inofensivas, mas a combinação de respostas tende a revelar muito a respeito da vítima. Questões indiretas podem incluir assuntos como o clima, eventos locais, time de futebol favorito, etc. De posse das informações, o criminoso pode observar a criança na escola e depois segui-la até em casa. Percebe-se que o perigo é real, e não virtual!

Igualmente, em salas de bate-papo é possível que pessoas entrem e mantenham-se invisíveis somente para ler o que é escrito pelos participantes, o que exige cuidado redobrado com o que se escreve online, mesmo que se esteja falando “somente” com um conhecido. Ao passar informações ao amigo, corre-se o risco de tê-las lidas por pessoa mal-intencionada.

É importante que o jovem tenha consciência que, na Internet, qualquer um pode fingir ser quem quiser, uma vez que não podemos ver quem realmente está do outro lado da tela do computador.

Um exemplo deste fato, Katie René Woody tinha 13 anos e morava em uma cidadezinha no interior do estado de Arkansas. A mãe falecera em acidente de carro em 1997 e a menina vivia com o pai (policial), e um irmão de 19 anos. A adolescente fizera amizade com um rapaz de 17 anos pela Internet e não via mal algum nisso (afinal, era “apenas Internet”!). Em 03 de dezembro de 2002, o pai de Katie saiu para trabalhar e o irmão para ir à biblioteca, deixando a menina sozinha. Enquanto brincava no computador, Katie não imaginava que estava sendo observada através da janela pelo “amigo virtual” que se encontrava do lado de fora. Ao retornar à casa, o irmão percebeu que Katie sumira. Imediatamente, a polícia de Arkansas e o FBI foram acionados e iniciaram-se as buscas. Em menos de 20 horas a polícia já tinha um suspeito e seu possível veículo, encontrando-os facilmente nos arredores. O pedófilo havia matado a garota com um tiro na cabeça, suicidando-se no momento em que percebeu a aproximação da polícia. O responsável pelo homicídio tinha 47 anos e não 17 como afirmavam nas conversas online.

Através dos exemplos mencionados queremos alertar ao leitor (pai ou professor) sobre o fato de que na Internet qualquer um pode fingir ser o que quiser, e conversas aparentemente inocentes podem resultar em danos gravíssimos.

É natural que o adolescente se sinta super-poderoso e inatingível, acreditando que “uma conversinha pela Internet não faz mal à ninguém”, estando tudo “sob controle”. O que o jovem deve saber é que, enquanto as intenções da vítima são uma, as do pedófilo manipulador são outras completamente diferentes!

Marcar encontros com “amigos virtuais” é sempre um risco, mesmo quando em locais públicos, posto o jovem poder ser levado dali à força. Pais, filhos, professores e alunos devem manter um canal de comunicação aberto para que se discuta este tipo de situação. Se houver insistência por parte do jovem, o ideal é que o encontro aconteça em companhia dos pais ou responsáveis.

Avaliação:

A avaliação desta atividade acontecerá na observação do professor na confecção da fotonovela e na apresentação do trabalho para toda a sala.

TECNOLÓGIA DA EDUCAÇÃO I

PROPOSTA PEDAGÓGICA DE PROJETO

PROFESSORA ORIENTADORA: Silvia Fernanda Corrêa


São Paulo: 10/07/2010.

ALUNOS PESQUISADORES:

 MARCONDYS FRANÇA, LEILA CARVALHO, FABIANA e VERA


Referências Websgráficas:

maio 08, 2012

PROJETO PEDAGÓGICO - CONTOS


PROJETO: ERA UMA VEZ...
AUTOR DO PROJETO: Marcondys França
TEMA: Os Valores Através dos Contos de Fadas.
FAIXA ETÁRIA: De 6 a 9 anos.
DURAÇÃO: De 5 meses (De Agosto a dezembro).
CONTEÚDO DO PROJETO: Um Mergulho na Literatura Infantil e Sua Importância na Formação do Caráter.
ÁREAS DO PROJETO Língua Portuguesa, Geografia (Estudos Sociais), Ciências, Matemática e Educação Artística (Música, Teatro e Artesanato).
OBJETIVO DO PROJETO: Introdução e Regate do Universo Infantil Através de Contação de Histórias, Brincadeiras e Confecção de Brinquedos.
OBJETIVO GERAL: Demonstrar Através deste Projeto a Importância da Contação de Estória na Formação Intelectual e Pedagógica da Criança.
JUSTIFICATIVAS:
•Possibilitar Um Fácil Diálogo Entre a Criança e o Adulto.
•Reflexão Entre o Bem e o Mal.
•Valorização do Espaço Em que Convive.
•Respeito ao Próximo.
•Despertar o Interesse Pela a Literatura.
•Incentivar o Lado Criativo Individual e Coletivo.
•A Importância da Reciclagem.
PRÉ - ATIVIDADES:
•Se Apoiar em Mecanismos Que Possibilitam o Desenvolvimento da Criança Através de Jogos, Livros, CDs e Brinquedos.
•Narrativas e Brincadeiras.
•Respeito ao Próximo
•Organizar Painéis e Exposições Com Trabalhos Confeccionados Pelas Crianças.
•Encenações a Partir da Narração Coletiva, Segundo Entendimento do Grupo.
•Leitura de Contos Em Versões Diferentes.
•Utilizar Áudio - Visual Como Suporte (DVDs).
•Trabalhar Arte Plástica e Demonstrar a Importância da Ilustração.
PRODUTO FINAL:
•Apresentação dos Trabalhos Realizados na Feira Cultural.
•Construção de Um Livro Coletivo Com Um Conto Criado Pelas Crianças.
•Apresentação de Uma Peça Teatral Relacionada ao Projeto.

novembro 13, 2010

NOSSA ÁRVORE DE NATAL!



Quem disse que só o Parque do Ibirapuera tem uma árvore especialmente projetada?

Ano passado construímos nossa árvore de natal com armação de ferro e sua folhagem toda feita de garrafas PET, além de um ótimo visual, levamos consideração o que estamos ensinando aos nossos educandos quanto a importância do reaproveitamento de matérias recicláveis.

E com este intuito este ano fiz um projeto especial para a nossa árvore de natal e todos teremos que nos empenhar para que nossa árvore fique pronta a tempo e tão bonita quanto ao do ano passado.

Desta vez iremos revestir nossa arvore com rolinhos de jornal que serão confeccionados pelos nossos educandos. Sabemos que será uma grande mão de obra, mas, neste momento estamos motivados e nosso maior objetivo é comemorar os festejos de natal ao pé desta árvore que representará o fruto do nosso trabalho.

agosto 16, 2010

A VELHA PALMADINHA É UMA AGRESSÃO?

O estatuto da criança e adolescente (ECA) completa vinte anos e pais e mestres não sabem ao certo se há motivos para comemorações. Se antes saber interpretar o ECA era difícil, imagine agora? Tramita no congresso o projeto de Lei que torna crime aquelas palmadinhas que antes eram aplicadas como uma forma corretiva, aos que dizem que é bom para educar.

No entendimento do projeto aplicar essas palmadinhas mesmos com o intuito de educar é crime. A discussão sobre o tema tem causada divergências pois são muitos que não concordam que o Estado não tem o direito de intervir na educação que é dada por pais a seus filhos.

Segundo o projeto de Lei é crime qualquer tipo de corretivo físico por parte dos pais contra seus filhos menores de idade.

Enquanto o Estado interpreta como agressão a tão conhecida palmadinhas milhares de pais vem esse ato como algo que muitas vezes ajuda na educação. Esse duelo ainda renderá muita discussão. Já que já pararam para pensar quem nesta luta realmente sairá perdendo?

Claro que os defensores deste projeto acreditam que o diálogo é o melhor caminho para educar. Concordo! Podemos repensar que o diálogo em si, nem sempre funciona. Somos seres únicos e é impossível orientar todas crianças com igualdade, temos que levar em consideração que cada criança tem um temperamento, e o que funciona com uma não necessariamente funcionará com a outra.

Cada uma destas crianças tem sua própria personalidade e ninguém melhor que os pais, que convivem com elas, para decidir como conduzir a educação de seus filhos.

Se o Estado pode interferir na função que cabe aos pais e propriamente dito à família, por que não cumpre com seu papel, que é dar a nossas crianças os serviços básicos como saúde, educação e segurança de qualidade.

Espero que não pensem que apóio a agressão, “embora acho que uma palmadinha de vez em quando, quando preciso, não mata ninguém,” não apóio este Projeto de Lei por achar que ele é invasivo e de intervenção na relação familiar.

MEL LISBOA AGITA SÃO PAULO COM O MUSICAL "RITA LEE, UMA BIOGRAFIA MUSICAL".

O espetáculo "Rita Lee, uma autobiografia musical" (estrelado por Mel Lisboa), i nspirado no livro autobiográfico de R...