maio 14, 2013
maio 12, 2013
EDUCAÇÃO NA UTI
Enquanto o nossos governantes colocam suas caras de pau na
televisão em horário nobre para divulgarem o aumento dos índices que revelam a
irradicação do analfabetismo no Brasil e as melhorias nas escolas com seus
programas de ajuda as famílias beneficiando-as com materiais escolares, merenda
de qualidade e promessa de escola integral, encontramos, uma escola em colapso,
com grande índice de crianças e adolescentes que não correspondem nem mesmo ao
esperado em suas seriações, que chegaram ao ensino médio sem a devida
preparação por uma visão incoerente idealizada por muitas vezes por pessoas que
se declaram especialistas em educação, mas que em boa parte de suas carreiras,
nunca se deram ao trabalho de frequentarem uma sala de aula, nisto nosso
sistema educacional a duas décadas vem empurrando esses alunos série a série sem
ao menos terem aprendido o ensino básico, tornando a educação no Brasil uma
vergonhosa piada.
Como pedagogo, me deparo com crianças e adolescentes que
estão no ensino médio e não sabem ler e escrever, tornando o trabalho dos
professores difíceis uma vez que não há tempo para pararem suas disciplinas e
fazerem o trabalho que deveriam ter sido feito há quase oito anos atrás.
Que escola é essa de falo? São as escolas que estão sendo
oferecidas aos filhos dos cidadãos brasileiros, uma escola de péssima
qualidade, não por falta de bons profissionais, mas por falta de um bom gestor
publico que enfrente a triste realidade de frente, com coragem e determinação.
Não poderia deixar de tocar num assunto delicado que muito
tem chamado a atenção, mas nossos políticos fazem questão de maquiar e fingir
que não existe, que a violência dentro das escolas. Segundo pesquisa divulgada
esta semana pelo Instituto Data Popular a pedido do Sindicato da categoria
(Apeoesp), na capital oito em cada 10 professores da rede estadual relatam
casos de violência sofrido em suas escolas, também foi constatado que 57% dos
docentes consideram as escolas públicas onde lecionam violentas.
Veja o índice de violência contra os professores:
Agressão verbal: 74%
Bullyng: 60%
Agressão Física: 52%
Essa pesquisa feita entre fevereiro e março de 2013 revela
que 44% dos 1.400 docentes ouvidos em 167 cidades paulistas sofreram algum tipo
de violência.
Como enfrenta essa realidade em tempos de diversidade e
distorção de valores, onde o professor não representa mais nada, sofre com o desrespeito
dos educandos e de toda sociedade que
não conseguem visualizar um ser humano a gente de um sala de aula entupida de
alunos que por estarem protegidos por uma Lei que não pune, fazendo-os
acreditar que tudo podem, e que não sofreram nenhuma punição pelo simples fato
de serem menores. O que não sabem é que já estão sendo punidos, pois sairão
dessas escolas cercadas de grades por todo lado, para uma sociedade competitiva
e que a seu modo pune de forma cruel e tão violenta quanto a violência que
demonstram dentro desses espaços que chamam educacional.
Fonte: Jornal Metrô News, pg 13 de 10/05/13.
maio 09, 2013
POR QUE AGE ASSIM?
POR QUE AGE ASSIM?
AOS POUCOS
SEM PERCEBER
SE AFASTA DE MIM.
SERÁ MESMO QUE NÃO PERCEBE
QUE COM ESSAS ATITUDES,
INPENSADAS,
DESTRÓI NOSSO AMOR?
JÁ SINTO MEDO
DE OLHAR PRA VOCÊ
E NÃO MAIS SENTIR
TODA AQUELA EMOÇÃO
QUE COMO UMA RAIO DE SOL
ILUMINAVA NOSSA VIDA
SEUS ATOS
FORÇA-ME A ENXERGAR
QUE ESSE TEU DESAPEGO
FORÇA A ATENCIPAÇÃO DO FIM
QUE MESMO CONTRA MEU DESEJO
ALIVIA TODA MINHA DOR
ESSA DOR
QUE AOS POUCOS VEM DESTROÍNDO
TODO NOSSO AMOR.
AOS POUCOS
SEM PERCEBER
SE AFASTA DE MIM.
SERÁ MESMO QUE NÃO PERCEBE
QUE COM ESSAS ATITUDES,
INPENSADAS,
DESTRÓI NOSSO AMOR?
JÁ SINTO MEDO
DE OLHAR PRA VOCÊ
E NÃO MAIS SENTIR
TODA AQUELA EMOÇÃO
QUE COMO UMA RAIO DE SOL
ILUMINAVA NOSSA VIDA
SEUS ATOS
FORÇA-ME A ENXERGAR
QUE ESSE TEU DESAPEGO
FORÇA A ATENCIPAÇÃO DO FIM
QUE MESMO CONTRA MEU DESEJO
ALIVIA TODA MINHA DOR
ESSA DOR
QUE AOS POUCOS VEM DESTROÍNDO
TODO NOSSO AMOR.
NEGO
NEGO, NEGO...
QUERO SENTIR O TEU CALOR.
FÁCIL, FÁCIL...
VOCÊ ME CONQUISTOU.
UM DESEJO A MAIS
É O QUE ME FAZ FICAR.
VIDRADO, PARALISADO NA TUA
SÓ POR UM SEGUNDO
SENTIR TODA ESTA SENSAÇÃO.
FINJO QUE NÃO PERCEBO
MESMO QUANDO MAGOA,
MEU POBRE CORAÇÃO.
NÃO SEIO O QUE FAZER,
QUANDO FICO LONGE DE VOCÊ.
DESEJANDO, SENTIR MAIS DO TEU PRAZER.
NÃO VOU FINGIR...
QUERO FICAR...
VOU SOFRER...
SE ME DEIXAR.
EU SOU ASSIM.
NÃO VOU NEGAR.
É SÓ ME CHAMAR QUE EU VOU...
EU SOU ASSIM
QUERO SENTIR O TEU CALOR.
FÁCIL, FÁCIL...
VOCÊ ME CONQUISTOU.
UM DESEJO A MAIS
É O QUE ME FAZ FICAR.
VIDRADO, PARALISADO NA TUA
SÓ POR UM SEGUNDO
SENTIR TODA ESTA SENSAÇÃO.
FINJO QUE NÃO PERCEBO
MESMO QUANDO MAGOA,
MEU POBRE CORAÇÃO.
NÃO SEIO O QUE FAZER,
QUANDO FICO LONGE DE VOCÊ.
DESEJANDO, SENTIR MAIS DO TEU PRAZER.
NÃO VOU FINGIR...
QUERO FICAR...
VOU SOFRER...
SE ME DEIXAR.
EU SOU ASSIM.
NÃO VOU NEGAR.
É SÓ ME CHAMAR QUE EU VOU...
EU SOU ASSIM
abril 27, 2013
MARCONDYS FRANÇA quarENTÃO...
Aos 40 anos de idade e 32 de carreira o ator Marcondys França fala pela primeira vez sobre sua nova fase e de assuntos polêmicos como drogas, sexo e pré-conceito.
Você começou sua carreira em 1985 aos 12 anos de idade, não acha precoce iniciar tão cedo?
Como foi sua estréia?
Sua infância não marcada apenas por projetos artísticos, então como era o seu dia-a-dia com as outras crianças?
Ter tantas responsabilidades não deixava a infância em segundo plano?
Foi nesse período que você se tornou evangélico?
Foi neste período que surgiu o Cultura Jovem de Mataraca?
Você sempre evitou de falar de seus relacionamentos, por que?
Te incomoda falar sobre sexo?
Você tem uma opinião formada sobre o casamento gay e a adoção de crianças por casais gays?
É muito comum a associação entre o mundo artístico e o uso de drogas. Como você vê essa questão?
Você completou quarenta anos, mudou muita coisa na tua vida?
Você demostrar se uma pessoa muito vaidosa, quase difícil não acreditar que não se importe com a velhice.
Suas peças tem sido encenadas em alguns Estados isso deve te dar uma grande visibilidade.
Que o levou a ser formar em pedagogia?
E quantos aos projetos para este ano?
Você começou sua carreira em 1985 aos 12 anos de idade, não acha precoce iniciar tão cedo?
Na época que iniciei podemos considerar que sim, mesmo porque não venho de uma família de artistas, e ser o único com esse desejo gerava sim um certo desconforto, pois estamos falando de uma época em a profissão de artista ainda era vista com certo receio, havia muito pré-conceito tanto dentro de casa como fora, para a sociedade a profissão de artista era vista como uma subjestiva, uma profissão que era sinônimo de vagabundagem, uso indiscriminado de drogas e sexo sem restrições.
Vendo esse cenário que o circulava, como sua família permitiu que um garoto de 12 anos embarcasse nessa?
Tudo começou na minha escola, estavam montando uma peça de teatro e fizeram testes com várias crianças, me inscrevi e fui selecionado, pra minha sorte ganhei o papel principal, nisto tinha mais falas, e o que já era paixão, se tornou amor, não posso negar que foi muito difícil, pois sempre fui muito tímido, e vencer a timidez era meu maior desafio.
Foi tensa, me lembro que estava em pânico, até mesmo o que mais tinha segurança, que era o texto, tinha medo de dar um branco e não consegui dizer uma só palavra. Recordo que o teatro estava lotado, a escola inteira estava lá, era uma grande responsabilidade, e não podia falhar. A apresentação foi um sucesso, depois daquele dia passei a ser popular na escola, mas isso não mudava minha personalidade, mas não posso negar, que ser querido era super bom.
O mais engraçado era isto, a arte fazia parte da minha vida, meus amigos, que brincavam comigo, sempre aceitavam brincar de circo, teatro, fazer novela de mentirinha... Claro que brincava de outras coisas, todas brincadeiras de rua, mas ao contrários dos meus amigos, sempre tinha além dos deveres de casa referente a escola, havia textos para ser decorados.
Nunca deixei de viver a infância, não posso dizer que pulei essa fase, tive uma infância plena, e sinto saudades daquela época, porém o teatro me trouxe conhecimentos que muitas outras crianças na minha idade não tinha. Quanto a escola, o teatro foi um complemento, um suporte que me ajudava a ter um conhecimento de mundo muito mais amplo.
Você viveu toda sua infância no Rio de Janeiro e você é Paraibano, encontrou pré-conceito?
De forma alguma, todos pensavam que eu era carioca, fui para a cidade do Rio de Janeiro aos seis meses de idade, aprendi a andar, a falar, a ser carioca... E isto é engraçado, que em 1988 quando fui morar na Paraíba enfrentei pré-conceito por acharem que eu era carioca.
Foi nesse período que você se tornou evangélico?
Podemos de dizer que este encontro com a religião veio muito antes, ainda no Rio tinha uma professora que se tornou uma grande amiga minha, e que a considero uma parenta, pois me ensinou a ler e escrever e por ironia do destino a mesma foi morar na mesma rua que eu morava e nossa amizade só aumentou, de tal forma que todos achavam que ela era realmente minha tia, sua mãe, a vovô Maria e seu pai o vovô João eram da igreja Batista, nisto eu frequentava o culto duas vezes por semana. E mais tarde minha mãe passou por uma enfermidade e foi levada para uma igreja chamada Casa da Benção e de certa forma foi curada, pois teve fé, e daí quando fui para Paraíba acabei sendo batizado na Assembléia de Deus, e nisto passei uns 3 anos como membro, mas a doutrina era pesada e não condizia com meu modo de pensar, e quando percebi que não podia ser o que sou, fazer minha arte, decide que era hora de largar a igreja, e ficar apenas com Jesus.
Mas hoje a condição de artista é vista pela igreja como uma profissão comum e aceitável...
Hoje sim. É muito mais fácil ser evangélico nos dias atuais, tudo é permitido, a doutrina já não é mais tão severa. É tudo muito comercial, há vinte anos atrás sofri perseguição da igreja por ser artista, fui pressionado a fazer uma escolha, se eu ficaria como membro ou seria artista, Mas o dom de interpretar me foi dado por Deus, esse é meu talento e eu não poderia ignorar.
Foi neste período que surgiu o Cultura Jovem de Mataraca?
Exatamente. No começo eu escrevia os textos para o grupo e não assinava. Mas escrever não me bastava, queria atuar. A minha arte estava latente e eu tinha que por pra fora, compartilhar com todos, sendo assim, formei o grupo com alguns amigos, e de cara, enfrentei mais pré-conceitos, pois os pais não queriam deixar seus filhos fazerem teatro, tive que convencer um a um para montar a primeira peça de teatro.
E como foi a recebida pelo público?
Foi um grande sucesso. Conquistamos o nosso espaço, consegui fazer parcerias e fixamos uma sede como teatro e permanecemos por três anos como grupo, até que cada um seguiu seu caminho em busca de novos horizontes, e o que restou disso tudo foi um grande movimento cultural que hoje faz parte da história daquela cidade.
Neste período você era um adolescente?
Acho que nunca soube ao certo o que era ser adolescente, pois sempre tive atribuídas a mim responsabilidades de adultos, além do teatro, dava aulas em duas escolas, estudava a noite e ainda ajudava meu pai no comercio.
E encontrava tempo para namorar?
Sim. Mas nesse período nunca tive namoros sérios. Apesar de ser uma pessoa muito resolvida e bem vista pelas pessoas, por dentro existia um vulcão pronto para explodir, passei na adolescência por uma crise muito grave de depressão, sem que ninguém soubesse. Sempre fui muito forte e nesse período da minha vida não me permitia a fraqueza.
Por que não creio que minha vida privada deva ser mais importante que minha arte. O que desejo que as pessoas saibam e sobre meus trabalhos. Não acho que as pessoas com quem me relaciono tenham que ser expostas publicamente, quero que falem sobre mim como artista, não como pessoa.
Nunca me incomodou. Me incomoda falar sobre minha intimidade, não gosto de ter minha privacidade invadida. Como, onde e com quem foi a minha primeira vez, é uma particularidade minha e não acho que devo expor.
Veja bem, no meu entendimento quando você vive uma relação estável, já está casado, pois casamento pra mim, é o querer está junto de quem se ama, compartilhando os momentos mais importantes de nossas vidas com essa pessoa, então, se você luta junto com essa pessoa para conquistar coisas, por que não oficializar isto. Ter esse reconhecimento legal é uma grande conquista. Quanto a adoção, sou favorável sim, vemos tantos casais héteros jogando crianças numa lata de lixo...
É muito comum a associação entre o mundo artístico e o uso de drogas. Como você vê essa questão?
Sou completamente careta. Nunca fiz uso de nenhum tipo de drogas, e acho muito triste saber que alguém que gosto está se destruindo. Já vi muita gente acabarem com suas vidas por causas de drogas e acho lamentável. Acho que podemos fazer escolhas, eu optei por não experimentar, nem usar, se você o faz, respeite minha posição, não use perto de mim, respeite meu espaço.
Você completou quarenta anos, mudou muita coisa na tua vida?
Sim, claro que mudou. Principalmente ao que diz respeito a parte física. Percebo que já não sou tão moleque. O que melhorou foi na parte psicológica. me sinto mais seguro, a maturidade tem me dado maior segurança emocional, já não sou tão passional quanto antes. Percebo que ajo muito mais com a razão do que a emoção.
Tem medo da velhice?
Tenho medo da dependência que a velhice pode trazer. A melhor coisa de envelhecer é quando você se vê realizado, com uma história para ser admirada por outras gerações. Tento fazer isto nos meus textos que espero que fiquem para posteridade.
Você demostrar se uma pessoa muito vaidosa, quase difícil não acreditar que não se importe com a velhice.
Creio que o que podemos fazer para melhorar, temos que fazer. Muito mais que a velhice me preocupo com o passar do tempo, e se vai passar, é inevitável, que seja da melhor maneira possível. Hoje a tecnologia nos dá uma ajudinha, então vamos aproveitar.
Suas peças tem sido encenadas em alguns Estados isso deve te dar uma grande visibilidade.
Pois é, diferente de vinte anos atrás a internet nos deu uma visibilidade extraordinária, através do meu blog os meus textos tem alcançado um público muito maior e em várias partes do mundo, e isto me deixa feliz, saber que estou compartilhando com milhares de pessoas a minha arte, este sempre foi meu maior intuito.
Que o levou a ser formar em pedagogia?
Sempre gostei de estudar, então quando tive a oportunidade de trabalhar com crianças e adolescentes de uma ONG como professor de teatro, pintou a oportunidade de fazer a faculdade, então não pensei duas vezes, enfrentei o desafio e me formei ano passado. Agora estou fazendo pós graduação em Arte Educação e não pretendo parar por ai.
E quantos aos projetos para este ano?
Além de está fazendo elenco de apoio para a nova novela (Amor a Vida) das 21 da globo, tenho um projeto pra o teatro que ainda está sendo analisado e dois filmes, um será uma produção independente.
abril 26, 2013
SER...
SER O QUE SOU
QUEM SOU
COMO SOU
NÃO É FÁCIL
SER O QUE SOU
QUEM SOU
COMO SOU
É UM RISCO CONSTANTE
SER O QUE SOU
COMO SOU
É ASSUMIR RESPONSABILIDADES
É APOSTAR
MESMO SABENDO QUE SE PODE PERDER
SER O QUE SOU
QUEM SOU
COMO SOU
É ARRISCAR,
É SONHAR,
É VIVER INTENSAMENTE CADA SEGUNDO
SEMPRE NESTA ETERNA BUSCA
POR ALGUNS MOMENTOS DE FELICIDADE.
QUEM SOU
COMO SOU
NÃO É FÁCIL
SER O QUE SOU
QUEM SOU
COMO SOU
É UM RISCO CONSTANTE
SER O QUE SOU
COMO SOU
É ASSUMIR RESPONSABILIDADES
É APOSTAR
MESMO SABENDO QUE SE PODE PERDER
SER O QUE SOU
QUEM SOU
COMO SOU
É ARRISCAR,
É SONHAR,
É VIVER INTENSAMENTE CADA SEGUNDO
SEMPRE NESTA ETERNA BUSCA
POR ALGUNS MOMENTOS DE FELICIDADE.
abril 20, 2013
DICIONÁRIO DE TEATRO PARA CRIANÇAS
ATOE/ATRIZ: Profissionais que irão representar as personagens da peça.
DIRETOR: Profissional que reúne os atores para distribuir os papeis e dirigir a peça.
DRAMATURGO: Escritor de peças de teatro.
MARCAÇÃO: São as posições ou marcas determinadas pelo diretor para cada ator.
PALCO: É o lugar onde encenamos as peças de teatro.
PEÇA: Chamamos de peça as historias passadas no teatro.
PERSONAGENS: São as pessoas da peça.
DIRETOR: Profissional que reúne os atores para distribuir os papeis e dirigir a peça.
DRAMATURGO: Escritor de peças de teatro.
MARCAÇÃO: São as posições ou marcas determinadas pelo diretor para cada ator.
PALCO: É o lugar onde encenamos as peças de teatro.
PEÇA: Chamamos de peça as historias passadas no teatro.
PERSONAGENS: São as pessoas da peça.
abril 03, 2013
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